*** Sanctus...Sanctus...Sanctus ***

domingo, 17 de junho de 2012

Mas ser monge


Caminhar sem medo mesmo no escuro, sim, é possivel, basta deixar o rosto do pai surgir na escuridão das noites da alma

Nunca será demasiado mesmo o perigo que espreita se soubermos qual o ombro que pode levar a cruz, mas aceitar a fraqueza se não a pudermos carregar, isso já é obedecer, mesmo no nada fazer.

Irmã, já é tempo de acolher a barca das inquietações a porto seguro, o pai já acolheu e limpou o nosso pecado, precisamos mais dialogar com o pai que olhar os nossos pecados, a sua presença em nós já basta para neles sofremos , olhemos ao pai e ao abraço que não olha ao nosso pecado.

Seria inutil a nossa caminhada se foramos medidos pelas nossas recaidas, somos barro e o Pai sabe e acolhe.

Acolhamos com serenidade a hora do Encontro e do abraço, o Pai saberá ajudar a encontrar a paz tão por vezes longe de nós.

Mas ser monge não me impede de amar e acolher os Irmãos de outras caminhadas eles podem que tenham o céu mais perto do que este pecador, ora por mim podes?



                                                                                                                                                  

quinta-feira, 7 de junho de 2012

à mesa do Pai

Ao caminhar entre os vales das lágrimas recolhidas nos rostos tristes dos que caminham, sinto a alma refrescar a sede da ausência do AMOR do Pai.



Alma que abraço, o Pai tudo sonda e conheçe, resta-nos esperar e confiar, as nossas soluções podem que não sejam as Suas, coragem.

O teu lugar á mesa do Pai espera, não peças as migalhas se o direito de filiação ofertado pelo Pai já te faz uma Irmã de Jesus na totalidade.


Sempre os eternos mendigos, o Pai oferta a sua divindade no Filho e o que colhemos apenas da mesa da sua graça, o que nos chega para matar a fome, em vez de acolhermos o TODO.

Sede Santos como Eu, aí está a resposta e a oferta do Pai a SANTIDADE ao alcance de todos sem excepção.

A Santidade é a marca dos filhos reais do Pai.